O Grande Pagamento de Jayden Daniels: Commanders Garantem QB da Franquia, Remodelam o Elenco
O Washington Commanders deixou suas intenções claras no início da offseason de 2026: construir em torno de Jayden Daniels. Após uma promissora campanha de 2025 que viu Daniels lançar para mais de 4.200 jardas e 28 touchdowns, a equipe não perdeu tempo em estender o contrato de seu jovem quarterback. Em 3 de março, Daniels assinou uma extensão de cinco anos e US$ 250 milhões com US$ 175 milhões garantidos, sinalizando um compromisso de longo prazo da propriedade. Esse acordo, que o torna um dos quarterbacks mais bem pagos da liga, foi o primeiro dominó a cair no que se tornou um turbilhão de atividades para Adam Peters e sua diretoria.
Reestruturando a Defesa
As dificuldades defensivas de Washington em 2025 foram bem documentadas, especialmente contra a corrida. Eles terminaram em 27º na liga, cedendo uma média de 138 jardas terrestres por jogo. Peters atacou essa fraqueza de frente. Sua primeira grande contratação defensiva veio em 11 de março, assinando com o ex-defensive tackle do Pro Bowl Christian Barmore um contrato de quatro anos e US$ 72 milhões. Barmore, que registrou 8 sacks pelos Patriots na temporada passada, imediatamente melhora sua pressão interna e defesa contra a corrida.
A secundária também recebeu atenção significativa. O cornerback Kendall Fuller, um favorito dos fãs, saiu na free agency, assinando com os Dolphins por três anos e US$ 36 milhões. Para substituí-lo, os Commanders trouxeram o veterano cornerback Stephon Gilmore em um contrato de dois anos e US$ 18 milhões. Gilmore, mesmo aos 35 anos, mostrou que ainda tem muito a oferecer com os Cowboys no ano passado, quebrando 10 passes e interceptando 2. Veja bem, Gilmore não é o Gilmore de seu auge, mas é um veterano astuto que pode orientar seus jovens defensive backs. Eles também renovaram com o safety Percy Butler por um contrato de três anos e US$ 15 milhões depois que ele registrou 90 tackles e 2 fumbles forçados em 2025.
Armas Ofensivas e Mudanças na Linha Ofensiva
Enquanto Daniels recebia seu dinheiro, a equipe também se concentrou em garantir que ele tivesse armas. O wide receiver Terry McLaurin, após mais uma temporada de 1.000 jardas (1.085 jardas, 6 TDs), permaneceu o alvo principal indiscutível. No entanto, a profundidade era um problema. Os Commanders assinaram com o veloz slot receiver Darnell Mooney um contrato de dois anos e US$ 14 milhões em 15 de março. Mooney, vindo de uma temporada de 650 jardas com os Falcons, oferece uma ameaça profunda muito necessária e um corredor de rotas rápido ao lado de McLaurin e Jahan Dotson.
A linha ofensiva passou por algumas mudanças. O center Nick Gates foi dispensado, economizando US$ 4 milhões para a equipe no teto salarial. Eles rapidamente o substituíram assinando com o veterano lineman interior Connor McGovern um contrato de três anos e US$ 24 milhões. McGovern, que passou as últimas temporadas com os Bills, traz versatilidade e experiência, tendo jogado tanto como guard quanto como center. Essa mudança parece menos sobre uma grande atualização e mais sobre solidificar a unidade com um jogador comprovado. A maior incógnita restante para este ataque é a posição de tight end. Logan Thomas ainda é produtivo, mas a equipe precisa de uma solução de longo prazo para essa posição.
Aqui está a questão: Peters tem sido agressivo, mas não gastou demais em estrelas envelhecidas. Ele mirou necessidades específicas e trouxe jogadores que se encaixam em um sistema. Minha aposta? Esta equipe dos Commanders, com Daniels agora garantido e essas adições defensivas, vencerá pelo menos 10 jogos em 2026 e chegará aos playoffs. Eles construíram um elenco que pode competir na NFC East.